A palavra de ordem de Van Gaal na coletiva de imprensa antes do jogo contra o Everton foi "reação". O treinador holandês deixou claro para seus jogadores reagirem como campeões se realmente desejam galgar o título, e foi exatamente o que eles entregaram.
Em Goodison Park, onde United já não vencia a três jogos de Premier League, as expectativas não eram tão altas entre os torcedores, mas a resposta dentro de campo foi a melhor possível. Com quatro alterações em relação ao time que perdeu para o Arsenal na rodada anterior, o United foi bem mais equilibrado no começo de jogo.
As entradas de Schneiderlin e Ander Herrera fizeram a diferença. Enquanto o francês dava sustentação ao meio de campo, Ander era o motor do time, carregando a bola, infiltrando, aparecendo dos dois lados do campo. A presença da dupla fortalece o jogo de outros jogadores menos intensos, como Rooney e Schweinsteiger, por exemplo.
Mata, eleito melhor jogador do mês de setembro pelos torcedores, começou a partida fazendo seu tipico movimento da direita pra dentro, como tanto gosta. Defendendo num 4-1-4-1, nenhum dos jogadores de Martinez foi instruído a acompanhar o espanhol, que circulava livre dentro de campo, gerando superioridade numérica para o United no setor de meio de campo.
Rooney por sua vez, jogando como centroavante, buscava se afastar dos zagueiros e evitar o contato físico com Stones e Jagielka. Foi em uma dessas saídas, aos 17, que ele fez boa trama com Schweinsteiger e Herrera, que finaliza pra escanteio, jogada que da origem ao primeiro gol do United. Escanteio curto, a zaga do Everton vai muito mal na tentativa de afastar, e Schneiderlin recebe sozinho para completar pro gol.
Poucos minutos depois o Manchester fez o segundo gol em belo cruzamento de Rojo, que achou Herrera dentro da área livre para cabecear pro fundo das redes.
O United não procurou marcar pressão no começo do jogo e continuou mantendo essa postura após os gols. Em compensação,fechava muito bem os espaços com duas linhas de 4 muito compactas, forçando o Everton a apelar para a bola longa, esticada, que não gerava muito perigo. De fato, a primeira e única finalização à meta de De gea no primeiro tempo veio apenas aos 44 minutos, em chute de Barkley.
Na volta do intervalo, cada treinador realizou uma alteração. Van Gaal colocou Lingard no lugar de Mata e e Martinez trouxe Koné para o lugar do apagado Naismith. Ambos buscavam mais velocidade pelo lado do campo, mas um para defender e o outro para atacar.
Como era de se esperar, o time da casa veio pra cima no começo da segunda etapa e quase diminuiu o placar em boa finalização de Lukaku, que obrigou De Gea a operar um milagre. No entanto, após 15 minutos de pressão dos Toffes, o United matou o jogo com gol de Rooney. Contra-ataque letal para acabar com o jejum de gols do capitão, que já não marcava um gol fora de casa na Premier League a 11 meses.
Pouco aconteceu após o terceiro gol, com o Everton tendo bastante dificuldades para reagir e fugir da marcação do United. O time da casa terminou o jogo com apenas 3 finalizações no alvo.
Muita coisa positiva pode ser tirada dessa partida, principalmente as performances de Ander Herrera, Schneiderlin e as de Jones e Smalling como dupla de zaga. Agora é torcer para Van Gaal ter notado como os dois meio-campistas introduzidos nesse jogo são imprescindíveis para o bom funcionamento do time.
Por Iago Araújo
Como era de se esperar, o time da casa veio pra cima no começo da segunda etapa e quase diminuiu o placar em boa finalização de Lukaku, que obrigou De Gea a operar um milagre. No entanto, após 15 minutos de pressão dos Toffes, o United matou o jogo com gol de Rooney. Contra-ataque letal para acabar com o jejum de gols do capitão, que já não marcava um gol fora de casa na Premier League a 11 meses.
Pouco aconteceu após o terceiro gol, com o Everton tendo bastante dificuldades para reagir e fugir da marcação do United. O time da casa terminou o jogo com apenas 3 finalizações no alvo.
Muita coisa positiva pode ser tirada dessa partida, principalmente as performances de Ander Herrera, Schneiderlin e as de Jones e Smalling como dupla de zaga. Agora é torcer para Van Gaal ter notado como os dois meio-campistas introduzidos nesse jogo são imprescindíveis para o bom funcionamento do time.
Por Iago Araújo











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